Falta de talento ou de oportunidade? Eis a questão





Divulgação/CBV


Em colapso,é a situação da renovação brasileira no momento.

Desde o início do ciclo muitas promessas,mas até agora poucas realidades.

Ninguém se firmou,a sombra de um time bi campeão olímpico se estende e a tendência é que em Tóquio a base seja a mesma que na campanha no Rio.

Mas esse não é o ponto.

Naiane,Gabiru,Saraellen,Rosamaria,Bia,Roberta

e por aí vai.

A lista não acaba.





Divulgação/Fivb : Base do Brasil prometia e apresentava um conjunto competitivo

A questão é que normal não é tal fato,a safra era no mínimo razoável e não foi bem trabalhada.

Jogar o peso nas costas de uma geração rondada de desconfiança é errôneo.

Desde a torneios de tabela os testes não aconteciam,muitas supracitadas tiveram pouquíssimo tempo em quadra e sequer é possível avaliar.

A falta de timing também é mais um ponto,Lorenne e Paula em 2017 viviam um momento superior ao de 2019 mas incrivelmente só tiveram oportunidade tardiamente na qual ambas eram reservas.

E isso é um mero exemplo,a bagunça é generalizada e a um futuro tenebroso pós Tóquio se as coisas não se ajeitarem.

E não vai ter medalhão que salve.

Comentários

  1. Outra realidade é que as novas são todas medianas,.não saiu nenhuma de alto nível da base ! As jogadoras do Brasil de alto nível estão velhas ! Eu já disse que o Brasil não ganha mais nada ! Mas o pessoal cai matando encima ! Kkkkkkkkk

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  2. Gabiru nãoooo ! Pela amor

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    1. Mas a Gabiru jogou bem no Mundial Sub-23. Lembro que chegaram até a compará-la com a Sassá. Mas não vingou. Se mostrou uma jogadora fraquinha.

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  3. Falta de talento ou de oportunidade?
    Falta de vergonha do paneleiro

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    1. Crente que concorda10 de março de 2020 08:52

      kkkkkkkkkkkkkkk, Morri. Verdade absoluta!!!

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    2. Pior que foi mesmo.
      Ele "queimou" o talento da Rosamaria colocando ela de ponta, ao ponto de uma promessa virar jogadora questionável e a mina de saque dos adversários.

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  4. O problema do Zé é que como essa vai ser o último ano dele pela seleção então ele vai querer fazer de tudo pra vencer as Olimpíadas nem que pra isso ele tenha que convocar todas a jogadoras da rio 2016, ele ta nem aí pra opinião do público

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    1. Se com as novatas das outras seleções em 2016 já tava difícil ganhar, imagina com as poderosas Zhu, Boskovic e Egonu mais experientes. Salve-se quem puder.

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  5. Um time com:
    Levantadoras:
    Lyara e Naiane
    Opostas:
    Rosamaria e Lorenne
    Ponteiras:
    Tainara Santos, Gabi Cândido, Edinara e Maira
    Centrais:
    Mayany, Lara Nobre, Milka, Saraellen
    Líberos:
    Natinha, Nayeme, Laís

    Seria um time competitivo se fosse treinado e entrosado. Daria frutos com o tempo e até mesmo brigaria por pódios de algumas competições. Mas ninguém tá nem aí pra nada.

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    1. O ciclo delas é Paris 2024, só Lorenne ou Rosa podem beliscar a vaga de oposta reserva em Tóquio 2020.

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    2. O maior problema é a falta de ponteiras passadoras de qualidade. Sem passe ninguém joga.

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  6. A renovação de verdade ocorrerá na marra a partir do ano que vem com as aposentarias em massa dos medalhões e do ZRG. As veteranas estão melhores agora, irão para Tóquio e é isso.

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  7. Acho o Zé super paneleiro, mas reconheco que nesse ciclo ele tentou. Acho que nao tivemos grandes estrelas. Rosa, Lorrene e Naiane realmente náo se firmaram e as ponteiras que surgiram ainda nao apresentam consistencia. Taisa, Natalia, Gabi, Garay, Macris e Tandara nao tem melhores do que elas atualmente... O resto é questionável

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  8. Em cima de quem vocês acham que é melhor forçar o saque para quebrar o passe chinês: Zhu, Zhang, Gong ou Wang?

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    1. Acho que Zhang.
      A Zhu fica com uma fração muito pequena da quadra, fica difícil de forçar em cima dela.
      A Wang é boa passadora.
      A Gong tem um passe razoável, mas forçar o saque nela normalmente só tiraria ela do ataque (o que não faz muita diferença, ela é a pior atacante de extremas chinesa entre as titulares)
      Então sobra a Zhang, que fica com uma fração grande da quadra e tem um bom ataque.


      Mas se Liu XT ou Yingying Li entrarem, muda toda dinâmica.

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    2. O ideal seria sacar na Zhu, mas a Gong, que é oposta passadora, joga cobrindo ela. Por ser mais jovem e menos experiente, eu sacaria na Gong.

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    3. Eu acabei de rever o tie da semi do Mundial e a Itália sacou na Gong mesmo com a Zhu várias vezes exposta no passe. Gong é uma falsa ponteira mediana e Ping a mantém na equipe titular justamente para tirar o foco adversário da Zhu no passe. O problema é que assim Zhu e Zhang ficam livres no ataque. Gong é ruim atacando, então não faz muita diferença. O ideal seria sacar na Zhu ou na Zhang mesmo. Ping não tira por nada se a primeira começar a quinar por razões óbvias. Já a segunda não, Li ou Xiaotong entram no lugar e não são exímias passadoras. Wang passa bem.

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    4. Concordo com o anônimo das 8:03. Tirar a Zhang do jogo é importante, pois o passe chinês fica comprometido e a Zhu acaba sobrecarregada no ataque. É muito difícil segurar a China quando Zhu e Zhang jogam bem simultaneamente.

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    5. Lista de alvos no saque

      Japão: Koga;
      Sérvia: Miha;
      China: Zhu/Zhang;
      EUA: Courtney;
      Rússia: Voronkova;
      Itália: Sylla;
      Coreia do Sul: Kim;
      Turquia: Baladin;
      RDOM: Rivera ou Martinez de ponteira.

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    6. Brasil: Natália ou a Brait na posição 1

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    7. Natália ok, mas Brait?

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    8. Camila irá cobrir a Natália, mas enfim.

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    9. Eu disse Brait na posição 1 pq ela peca um pouco no passe quando ta naquela posição. Além de atrapalhar um pouco a levantadora.

      Mas eu falei mais brincando mesmo! Se tudo der certo ela e Gabi vão cobrir a quadra toda do Brasil e vão ahazar!!!!!!!!

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    10. Em 2019 a Gong estava pontuando muito. Se mostrou bem diferente dos anos passados

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    11. Lampejos apenas.

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  9. Vejo que é mais falta de tratamento e oportunidades mesmo. A base brasileira revela muita jogadora mas que é não é trabalhada pra chegar no adulto estourando. Se pegar os elencos da SL A, dá pra fazer 2 times com titulares e reservas só com jogadoras abaixo dos 25. No Brasil, as jogadoras acabam explodindo tarde por conta dessa falta de acompanhamento.
    Fenômenos como Zhu, Egonu e Boskovic aparecem vez ou outra. A maioria dos talentos é fruto de trabalho, lapidação e investimento mas aqui não pensam a longo prazo. Já sou a favor de ter uma SL B só com jogadora até 25 anos pois não adianta nada a base revelar e as jogadoras não terem onde jogar.
    SL A está cada vez mais disputada com os times investindo em estrangeiras pois as novinhas que chegam não têm nível pra atuar em times grandes justamente por não terem essas oportunidades de disputar grandes competições.

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  10. Time pra ser bem treinado, entrosado e vencedor tem. Basta querer formar e sabemos que a maioria dos treinadores brasileiros não são formadores. Exemplos:
    Levantadoras: Bruninha, Lyara, Jackeline e Kenia Malachias.
    Opostas: Rosamaria, Lorenne, Kisy, Lorrayna e Ariane.
    Ponteiras: Karina(Pinheiros), Tai Santos, Maira Basso (Valinhos), Domingas, Natália Fernandes, Júlia Bergsman e Gabi Cândido.
    Centrais: Diana, Lara, Dani Seibt(Pinheiros), Yvea Bastos(Itajaí- Superliga B) Lorena Viezel(pinheiros).
    Líbero: Aninha(Curitiba), Nyeme, Kika e Natinha.

    Acho que seria a hora pós-Toquio essa renovação, porém sabemos que não haverá enquanto for essa filosofia do atual técnico e sua comissão que provavelmente continuará. Queria muito ver alguns técnicos terem oportunidades como:
    Wagão, Spencer, Paulo de Tarso, Ou até Marco Aurélio Motta mais vejo a necessidade de outra filosofia na SFV.

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    1. Paulo Coco não pode substituir o ZRG. Já que é pra mudar, muda tudo de uma vez.

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    2. Domingas e Natália Fernandes são duas fraudes

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  11. Para mim, sem dúvidas, é falta de talento. A geração é mediana, competitiva, mas longe do brilho do passado. A culpa não é do ZRG. Colocar uma atleta mediana para jogar, não vai fazer dela uma craque.

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  12. Galera, vamos lembrar só uma coisa. Da última geração a única que já despontava desde novinha como grande promessa era a Mari, as demais como por ex. Jaque, Paula, Sassá a própria Sheila, Fabizinha, um pouco depois a Garay etc... eram vistas como jogadoras competitivas apenas, e foi jogando dentro de quadra e também na Europa que conquistaram o status de estrela, que é merecido diga-se de passagem. A Garay despontou numa superperformance pelo Pinheiros/Mackenzie em 2009/2010, enquanto as demais estavam desde 2005 ralando e sendo combativas dentro de quadra, para assim se tornarem na Grandiosa Geração Bicampeã Olímpica.

    Talvez as jogadoras que hj nós torcedores taxamos de medianas pudessem estar mais calejadas e competitivas se fossem colocadas em quadra de forma efetiva desde 2013, nem que fosse para enviá-las como uma equipe B para Pan-Americanos, YeltsinCUP, Montreaux, Copa Pan, algumas etapas do GrandPrix/VNL , Copa dos Campeões etc. E deixar a equipe principal incompleta esperando os novos talentos que surgissem da equipe B par Brigar por Mundial, Olimpíadas e fases finais de GrandPrix/VNL. Mas ainda assim já ia mesclando aos poucos.

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    1. Discordo. Paula e Jaqueline não foram às Olimpíadas de 2004 por contusão. Fabiana foi já estava lá aos 19 anos. Em 2005, Paula foi MVP do Grand Prix (23 anos) e Sheilla (22 anos), que já havia dado show no Grand Prix deste ano, foi MVP da Copa dos Campeões. Em 2006 Sheilla já era um fenômeno, comandou o vice-campeonato mundial do Brasil e foi MVP do Grand Prix. Bernardinho à época falava que ela era a melhor atacante do mundo e até disse que desde Ana Moser o Brasil não tinha uma atacante deste nível. Não dá para comparar o nível das gerações.

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    2. Crente que acabou de almoçar10 de março de 2020 14:07

      Anônimo, eu também acho que elas tinham talento já desde novinhas, mas foi exatamente isso que eu quis realçar, elas tiveram que jogar para mostrar desde 2005 era elas por elas, sem sombra das veteranas do passado, Não sou contra a convocação das veteranas, visto que já estamos em cima da hora, e até quero muito ver Fabíola, Brait, Thaísa e Jaque em Tóquio(pq na minha opinião estão merecendo muito), porém a verdade é que nesse ciclo somente Tandara, Bia, Natália, Gabizinha e Roberta tiveram chance de verdade de jogar e provar seu valor(Tandara, Natália e Gabi provaram).
      Em minha opinião, de 2013 pra cá, possíveis novos talentos queimados ou que sequer foram lembrados:
      • Meio de Rede - Mara, Valquíria, Milka, Mayane(tudo bem, essa apareceu depois mesmo);
      • Ponta - Pri Daroit, Samara(Nossa ponteira que poderia fazer fundo, como se fosse as funções que Sassá fazia);
      • Saída - Rosamaria, Edinara;
      • Levantamento - Naiane, Claudinha, até a Macris ele relutou em convocar.

      Dessas que citei, as que ele convocou ele mesmo queimou. Mas enfim, falam tanto do Marcos Kwiek, mas vocês lembram da Martinez a uns 3 anos atrás? Ela ainda não era essa fera que é hoje, e mesmo assim ele apostou nela, se fosse com o Zé, certeza que ele a teria substituído em vários jogos e nós torcedores ao invés de vermos um novo talento nascer estaríamos comentando algo do tipo “Como pode? Tão alta e não se firmou?” ou então “Analfabeta de manchete” e por aí vai. Estou expondo isso para verem que nas mãos do Marcos Kwiek, ela não foi queimada, ela evoluiu, teve oportunidades reais. Não estou querendo compará-la ao nosso material humano disponível, apenas pedindo para que reflitam se realmente nas mãos do Zé ela teria vingado.

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    3. Macris bancar para a Roberta nos dois primeiros anos do atual ciclo e ser cortada pela Naiane da Copa dos Campeões e pela Dani Lins recém parida do Mundial foi um absurdo completo. A vegana teve que ganhar o MVP da SL para finalmente ter o espaço que merecia há anos na seleção.

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    4. Concordo. É uma das coisas que evidenciam os erros do ZRG, como o erro em insistir em só dar oportunidades à Rosamaria na saída. Não é de hoje que a Macris é a melhor levantadora que tínhamos à disposição e ele deveria ter aceitado isso antes. Não interessa se ela não é a jogadora que abaixa a cabeça como ele quer, ele também tem que se adaptar e eles têm que chegar a um consenso. Graças a Deus pelo Lavarini ter dado toda a condição para Macris brilhar como brilhou.

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    5. Acho que você quis dizer entrada em relação à Rosamaria.

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    6. Revendo alguns jogos do mundial 2014 já dava pra ver que a Martinez era um monstro. Só faltava mais experiência pra escolher os jogos mas, na época com 18 anos, já jogava um absurdo e já tava no mundial.

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  13. Gente sei que não tem nada haver com o assunto mas uma jogadora do Casalmaggiore está com sintomas do Coronavirus e está em isolamento. Eles não disseram qual é a jogadora.

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  14. Essa fragilidade da Brait passando na 1, já foi citada pelo Paulo Coco nós tempos técnicos.

    E a Martinez na ponta é o sonho de todo time que saca bem.

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  15. Sinceramente, achei o post excessivamente catastrófico.

    Houve um erro indiscutível na gestão da seleção e ele foi a ausência de verdadeiras oportunidades no pós-Rio 2016. Os dois primeiros anos do ciclo era para terem sido de prestígio às jogadoras mais jovens, o que não ocorreu, a despeito das dispensas e tudo mais. Acontece que isso é passado e não se corrige às vésperas da Olimpíada.

    Agora é aproveitar que a geração que fez o ciclo de Tóquio tem jogadoras jovens e que já tiveram a devida experiência internacional e mesclá-las com as mais novatas (algumas que já deveriam ter tido a chance de estar na seleção principal, é bem verdade) para os próximos quatro anos.

    Da base que em algum momento brigou para ir a Tóquio, creio que ainda teremos para o próximo ciclo (não estou dizendo que devem ir para Paris/2024, mas que podem agregar ao ciclo para formar a seleção e "passar o bastão"):

    L - Macris (31) e Roberta (29)
    P - Gabi (25), Drussyla (23), Natália (30), Amanda (31)
    O - Lorenne (24), Rosamaria (25)
    C - Bia (28), Carol (28), Mara (28)
    L - Brait (31)

    E a elas devemos juntar as "novatas" que se destacaram até aqui (além das que podem vir a se destacar nos próximos anos):

    L - Juma (27), Naiane (25), Lyara (23)
    P - Gabi Cândido (23), Edinara (24), Maira (24), Tainara (19), Júlia B. (19), Ana Cristina (15!)
    O - Paula Borgo (26), Kissy (20), Karina (21)
    C - Valquíria (25), Milka (25), Saraellen (25), Mayany (23), Diana (20), Laura (20)
    L - Natinha (24), Nyeme (21)

    ** E isso porque eu não acompanho tanto os campeonatos da base, então tenho certeza que vocês podem lembrar e citar muitos outros nomes de jogadoras revelação **

    Então, jogadoras de qualidade e com potencial para disputar as principais competições internacionais me parece incontestável que nós ainda temos sim. É preciso juntar a juventude delas à experiência das jogadoras mais antigas, com o devido apoio da comissão técnica e a devida rodagem em campeonatos adultos.

    Mas se e é certo que temos jogadoras promissoras hoje, não é garantido que teremos para sempre. Por isso, é imprescindível que a base volte a ter a devida atenção, justamente para que tenhamos sempre novos nomes surgindo. Nesse particular, tanto a CBV quanto os clubes têm a tarefa conjunta de oferecer suporte, orientação e oportunidades para as jogadoras em formação (o projeto do Barueri, falem o que quiser do ZRG, é excelente nesse aspecto).

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    1. Crente que aplaude10 de março de 2020 17:06

      Meus parabéns. Muito correto em tudo que falou. Concordo em tudo. Apenas na última frase, faço um adendo de que o Zé não fez isso por princípios, fez por falta de patrocínio/verbas, mas ainda assim é válido, ainda bem que fez.

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    2. Natália e Brait devem se aposentar da seleção após Tóquio.

      Tainara fez 20 ontem, Laura tem 19 e Natinha 22.

      ZRG tira dinheiro do próprio bolso para manter o Barueri de pé.

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    3. Pra mim essas jogadoras acima dos 30 devem sair da seleção após esse ciclo. Dessa primeira lista só Gabi, Drussyla, Lorenne, Rosa e a Carol devem ficar pra compor o rol de jogadoras remanescentes do último ciclo. De resto, renova tudo. Ainda acrescentaria Ananda, Jackie, Talia, Natalia Fernandes, Bia Flávio, Aninha e Dani Terra.

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    4. Ananda tem 30 anos, mesma idade da Macris (que acabou de fazer 31). Sinceramente, acho que uma levantadora ou ponteira-passadora tem muito mais lenha para queimar, ainda mais hoje que temos jogadoras de quase 40 anos jogando em alto nível.

      Eu também acho realmente importante uma transição suave, como aconteceu na Itália e sempre acontece nos EUA, com as jogadoras mais rodadas passando sua experiência para as mais jovens. Não vejo porque fazer um corte definitivo. Até na Sérvia, quando surgiram as jovens porradeiras ainda podiam contar com a experiência da Maja, Milena, Brako, etc.

      Acho que Brait, Macris e Amanda cumpririam esse papel muito bem. Fora elas, a única abaixo de 30 que tem condições de liderar a seleção, pela rodagem e experiência internacional, é a Gabizinha.

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  16. O problema na seleção feminina foi essa cultura que se instalou há mais de uma década de mudar jogadora de posição, culminando até com ponteiras virarem líbero, como ocorreu com Gabiru e Jaqueline, cultura esta inaugurada pelo genial Ze Ruela e sua crença em gnomos e na fada do vôlei corcunda, aquela que garante medalha de ouro uma vez tendo sua escoliose tocada pelo treinador.

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    1. Concordo em partes. Não sou contra inovar e sugerir que as jogadoras troquem de posição, como fez com a Rosamaria e com a Edinara. Isso já deu muito certo com jogadoras como a Mari e a Valeskinha, por exemplo. E a troca para posição de líbero é comum para ponteiras passadoras de qualidade.

      O erro está em insistir nisso mesmo quando as jogadoras não rendem na nova posição. A Rosa tentou por 3 temporadas e não correspondeu, acabou perdendo o brilho da super atacante (oposta) que é. A comissão técnica da seleção deveria ter reconhecido isso antes e dado a ela a oportunidade de jogar na saída, mas sorte que ela foi buscar isso por conta própria na Itália.

      Agora, em termos de estratégia, eu também acho que a gente deveria treinar mais as jogadoras para que pudessem atuar em mais de uma posição. Fico pensando como seria ótimo poder contar com Tandara, Rosamaria, Lorenne e Natália tanto como ponteiras quanto como opostas. Especialmente pros campeonatos de convocação limitada como as Olimpíadas. Foi basicamente como a Lang Ping nos venceu na Rio 2016 tirando... a Zhu do passe e deixando ela livre pra só atacar.

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    2. Ah, a Mari foi a exceção, o único exemplo de verdadeiro sucesso. Ela sofreu no passe? Depende do ponto de vista. Pra mim ela é uma exímia passadora perto da Natália, que quina pra trás, pra arquibancada. A Mari quinava eventualmente, mas quando quinava botava a bola pra cima com frequência, dando sequência. No fim deu certo aí o Zé Ruela achou que inventou a mágica no vôlei e começou a fazer isso com todo mundo, em muitos casos desnecessariamente, como você muito bem citou com a Rosamaria.

      Desde quando Gabiru é ponteira de qualidade, me pergunto...?

      O mérito da Lang Ping foi ter ousado num momento de necessidade. Zé Ruela vendo a Natália entregar o segundo set, quinar dando risada, tendo Jaqueline no banco, preferiu morrer abraçado à sua cria do que botá-la no banco. Escolhas!

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    3. Falou tudo Alysson Barros, a Mari quinava menos e quando quinava muitas vezes conseguia colocar pelo menos para cima. Por birra o Zé ruela não convocou mais ela , lembro como se fosse hoje ela dando entrevista decepcionada após ser cortada de Londres, ela simplesmente não compreendeu o motivos. Por que realmente não existiu um motivo plausível.

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    4. Cara, nunca vi tanta falta de profissionalismo como a da Natália naquele segundo set contra as chinesas na Rio2016, ela errando tudo e rindo, a partir daquele momento percebi que não daria mais e resolvi desligar a TV. Foi simplesmente revoltante, me deu uma pena da Garay, porque ela estava dando a vida naquele jogo, mas as cUmpanheiras NÃO!!!

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    5. Zé Roberto foi o maior culpado pela derrota para a China no Rio-2016, insistindo com Dani Lins e Natália que estavam afundando o time naquele momento, tendo Jaqueline e Fabíola para entrar no jogo. Jaqueline ficou P... da vida sem poder entrar e desabafou sobre isso no final!

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  17. Por que apagaram a matéria sobre as 10 melhores levantadoras do mundo? kkk

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    1. O ideal e mais interessante é debater SOBRE o tema do blog .....fica a dica pra quem comenta aqui no Tofly....afinal é pra isso que Gustavo e parceiros postam matérias....pra serem comentadas e de preferência com seriedade.

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  18. Os 4 primeiros podem escolher a ordem dos confrontos a partir das quartas? CBV divulgou a tabela das quartas:

    http://superliga.cbv.com.br/noticia/27437/cbv-divulga-tabela-das-quartas-de-final

    Praia e Rio começam jogando fora de casa.

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    1. Praia Club e SESC RJ estão mais do que certos! Sempre é melhor começar jogando na casa do adversário e deixar pra decidir em casa. O SESI-BAURU e o Minas deram mole, poderiam escolher começar fora e vacilaram!

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  19. A galera aqui adora meter o pau no Zé, todas viúvas do arrogante do Bernardo,,, Zé é o técnico,,,respeitem isso,,, não concordo em todas as escolhas que ele faz, mas não podemos negar o talento de tri campeão olímpico!!! O projeto de Barueri é exemplo sim, só com as novinhas chegou em 6 lugar na classificação e foi campeão paulista com méritos!!! Parem de ser viúvas invejosas,,,suas pocs!!! Achando ruim, vão lá e façam melhor!!

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    1. Primeira vez que eu concordo com a Gamova! kkkkk

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    2. Zé Roberto é um paneleiro de marca maior sim! A própria Macris é um dos maiores exemplos disso! Macris foi negligenciada e preterida por Zé Roberto durante vários anos devido à panela do Zé com Dani Lins. Em uitas outras novatas sequer itveram a oportunidade de mostrara trabalho por que, mesmo convocadas, só ficavam esquentando banco na seleção até em jogos de fase de classificação de torneizinhos fuleiros como Liga das Nações!
      O talento se desenvolve com oportunidades reais, coisa que na seleção o Zé não dá mesmo! Se a Boskovic fosse brasileira, por exemplo, nunca teria oportunidade de ser titular com 17 anos, o Zé nunca permitiria isso na seleção!

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    3. Fala sério que eu vou dar moral pra uma dopada, trapaceira como a Gamova.

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    4. Crente que concorda11 de março de 2020 14:17

      Concordo com os dois anônimos das 14:09 e 14:10 hs.

      O Barueri só abriu espaço para novatas, pq o Zé não teve um investidor grande, tanto é que esse é o primeiro ano que ele faz isso. Porque então ele não fez isso logo na temporada 2016/2017? Se tivesse feito sua equipe com novatas estaria certamente mais rodada e mais calejada agora em 2020.

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    5. Gamova, faça-me o favor, abra a boca só pra se dopar porque suas opiniões são ridículas. Só um cego pra não ver que Zé Roberto é o que trava a evolução da seleção feminina.

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    6. O Barueri só saiu do papel e ainda está de pé pq o ZRG tira dinheiro do próprio bolso há anos. Sejam coerentes e falem da panela na seleção, mas não do clube.

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    7. Crente que não crê no que acabou de ler11 de março de 2020 16:55

      Anônimo 15:38 hs, pelo amor de deus, de onde tirou isso?
      Barueri já participou da Superliga inclusive na famigerada 1ªdivisão enquanto o Zé tinha o alto investimento do Amil em seu time em Campinas, o time de Barueri não nasceu por conta do Zé não, o Zé que se bandeou pra lá depois de perder o patrocínio da Amil, daí deixou o time de Campinas acabar e foi pra outro projeto que já existia(o do Barueri no caso).

      Consulte o próprio site da CBV antes de me responder ou defender sua frase, foi na temporada 2013/2014.

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    8. Disputou uma edição da SL A, terminou em nono e depois morreu. O time nasceu de verdade dentro do cenário do vôlei nacional com o ZRG, você gostando do técnico ou não.

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    9. https://www.barueri.sp.leg.br/institucional/noticias/camara-presta-homenagem-a-jose-roberto-guimaraes

      "Morador de Barueri há 35 anos, “Zé Roberto” foi o responsável pela criação e atração de patrocinadores para o time feminino do Grêmio Barueri, que está em franca ascensão e brigando por uma vaga na elite do vôlei nacional."

      Relevância é a palavra-chave nesse contexto, passado medíocre não conta.

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    10. Simplesmente Crente12 de março de 2020 13:34

      Não conta pq?
      Pq não corrobora com a sua opinião?
      Desse jeito não dá pra dialogar/debater pois os fatos expostos que não casarem com sua opinião serão rebatidos com "isso não conta"

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    11. O que acrescentou ao Barueri o nono - NONO - lugar na SL A 2013/2014? Absolutamente nada, pois o projeto morreu logo depois. ZRG bancou do próprio bolso parte da reconstrução da equipe e foi por causa dele que o time ganhou relevância real no vôlei brasileiro. Esses são fatos que independem da sua opinião pessoal sobre o técnico.

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    12. Sem querer me entrometer na discussão, o time de Barueri foi campeão na superliga B para poder ter acesso a superliga A. Não sei o ano, já sob o comando do José R. Guimarães.

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    13. Foi em 2017, último anônimo.

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  20. Gabiru? Cruz credo! Gabiru foi a pior líbero que já passou pela seleção brasileira! Inclusive era deprimente ver Camila Brait fora da seleção com Gabiru dando vexame no passe!!!

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    1. Gabiru e Suelen no Mundial foi o fundo do poço, meu Deus. Ainda bem que a Brait voltou atrás e estará em Tóquio.

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  21. Na Quinta-feira, 12/03/2020, os clubes decidirão se haverá a possibilidade da terceira "gringa" ou não nos clubes da Superliga!
    Esta matéria do TOFLY debate justamente sobre a falta de oportunidades de jogadoras na seleção, uma vez que o Zé Roberto, ao contrário de técnicos de outras seleções, não dá oportunidades para as novatas serem titulares nem em torneios anuais como a Liga das Nações.
    Se tivermos a "terceira estrangeira" nos clubes, as novatas que já não tem oportunidades na seleção, também terão suas oportunidades diminuídas mais ainda nos clubes! Sou contra a "terceira estrangeira" nos clubes brasileiros em prol do desenvolvimento das nossas jogadoras mais novas!

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    1. Acho que não é a existência ou não de mais estrangeiras o problema da falta de renovação na seleção. O problema passa muito mais pela falta de investimento em trabalhar a base e pela mania do Zé em insistir com jogadoras veteranas e não colocar as novas para se desenvolver nos campeonatos internacionais. Vejo que a chegada de mais estrangeiras elevaria o nível da SL, contribuindo para a melhoria da qualidade dessas jogadoras que estão chegando agora no mercado desde que elas tivessem mais oportunidades. Talvez uma solução seria atrelar essa quantidade de estrangeiras por equipe à necessidade de manter uma porcentagem de atletas da base no grupo (isso já é feito na SL B), além de ter um time especificamente com atletas de base, como a Itália faz com o Club Italia, por exemplo.

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  22. É de extremo baixo nível se referir a colegas de debate como "poc" e outros termos pejorativos referentes á homossexualidade, indicando uma possível homofobia internalizada que deveria ser tratada no divã, não "defendendo" gente que não conhece - e que é muito bem paga, por sinal- por causa de quaisquer motivos que sejam.

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    1. It's no big deal, THIS IS NO BIG DEAL!

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  23. Não esqueçam em time de ZRG já teve até Walewska como passadora kkkkkk piada né, mais enfim é o grande campeão olímpico. Kkkkkkkk

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